Estelionatário preso por acaso na Barra
O universitário foi preso por acaso pelo delegado Eduardo Freitas, da 16ª DP (Barra). O policial sacava num caixa num posto de gasolina, na Avenida Ayrton Senna, quando percebeu que Renildo estava com vários cartões:
— Notei que os cartões tinham anexados papéis com as senhas e decidi abordá-lo.
Ao ser abordado, o estudante admitiu fazer parte de uma quadrilha. Com ele, os policiais encontraram ainda R$ 3,5 mil em dinheiro, um vidro de lança-perfume e cinco chips de celular.
Na delegacia, Renildo disse que estava no Rio há dois meses, vivendo num apartamento de frente para o mar, na Avenida Sernambetiba. O imóvel era alugado por R$ 2,5 mil. Segundo o delegado, Renildo disse que havia retirado na segunda-feira R$ 52 mil, por meio de cartões clonados.
De acordo com o delegado, outros integrantes da quadrilha costumavam acompanhar Renildo à distância:
— A quadrilha parece atuar de forma organizada, com pessoas fazendo levantamento das informações bancárias, confecção dos cartões e assim por diante.
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