Terrenos começam a ser desapropriados para reassentar os desabrigados da chuva
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RIO - Teresópolis e Nova Friburgo já começaram a desapropriar
terrenos para reassentar as famílias que perderam suas casas durante as
chuvas que atingiram a Região Serrana. Em Teresópolis, uma fazenda foi
desapropriada para a construção de 500 casas populares. Segundo nota
divulgada pela prefeitura, o decreto de desapropriação da fazenda de 190
hectares, localizada no bairro Ermitage, foi assinado na segunda-feira.
Com o custo de R$ 24 milhões, as casas começarão a ser
construídas em 30 dias e devem ficar prontas até o final deste ano. O
prefeito de Teresópolis, Jorge Mario Sedlacek, usou o estado de
calamidade pública do município como argumento para a desapropriação.
Já em Friburgo, um primeiro local já foi escolhido para reassentar pelo menos três mil famílias. O imóvel fica na localidade da Fazenda da Lage.
O secretário de Comunicação Social, David Massena, contou que o Rotary Club Internacional ofereceu tendas normalmente usadas para abrigar sobreviventes de tsunamis com capacidade para recebrem até dez pessoas cada uma. A prefeitura que tem seis mil servidores e é considerada a maior empregadora da cidade também vai antecipar o pagamento dos salários de fevereiro para o próximo dia 25. A estimativa da prefeitura é que 1.600 casas tenham que ser demolidas. .
Uma semana após a tempestade que devastou a Região Serrana do Rio, o número de mortes chegou a mais de 700 nesta terça-feira.Segundo a Defesa Civil, mais de 21,5 mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas em sete municípios da Região Serrana. Em Petrópolis são 224 desabrigados e 2.805 desalojados. Em Teresópolis já são 2.000 desalojados e 3.000 desabrigados; em Nova Friburgo são 3.220 desalojados e 1.970 desabrigados; em Bom jardim 1.200 desalojados e 700 desabrigados; em São José do Vale do Rio Preto 2.064 desabrigados e desalojados; e em Areal 1.200 desabrigados e 2.500 desalojados. Não há números de Sumidouro.
MP vai remover moradores de áreas de risco em Friburgo
O Ministério Público estadual, a Defesa Civil e a prefeitura de Nova Friburgo decidiram retirar de suas casas todos os moradores de 18 localidades da cidade que estão em classificação máxima de risco devido à possibilidade de novos deslizamentos, bem como o número de vítimas. As remoções começam a partir desta terça-feira pelo bairro Alto Floresta se as condições climáticas permitirem. O número estimado de pessoas que serão removidas chega a 1.405, mas o total não é exato porque muitas podem ter morrido ou deixado as suas residências espontaneamente. Quem não concordar em sair terá que fazê-lo judicialmente.
Já em Friburgo, um primeiro local já foi escolhido para reassentar pelo menos três mil famílias. O imóvel fica na localidade da Fazenda da Lage.
O secretário de Comunicação Social, David Massena, contou que o Rotary Club Internacional ofereceu tendas normalmente usadas para abrigar sobreviventes de tsunamis com capacidade para recebrem até dez pessoas cada uma. A prefeitura que tem seis mil servidores e é considerada a maior empregadora da cidade também vai antecipar o pagamento dos salários de fevereiro para o próximo dia 25. A estimativa da prefeitura é que 1.600 casas tenham que ser demolidas. .
Uma semana após a tempestade que devastou a Região Serrana do Rio, o número de mortes chegou a mais de 700 nesta terça-feira.Segundo a Defesa Civil, mais de 21,5 mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas em sete municípios da Região Serrana. Em Petrópolis são 224 desabrigados e 2.805 desalojados. Em Teresópolis já são 2.000 desalojados e 3.000 desabrigados; em Nova Friburgo são 3.220 desalojados e 1.970 desabrigados; em Bom jardim 1.200 desalojados e 700 desabrigados; em São José do Vale do Rio Preto 2.064 desabrigados e desalojados; e em Areal 1.200 desabrigados e 2.500 desalojados. Não há números de Sumidouro.
MP vai remover moradores de áreas de risco em Friburgo
O Ministério Público estadual, a Defesa Civil e a prefeitura de Nova Friburgo decidiram retirar de suas casas todos os moradores de 18 localidades da cidade que estão em classificação máxima de risco devido à possibilidade de novos deslizamentos, bem como o número de vítimas. As remoções começam a partir desta terça-feira pelo bairro Alto Floresta se as condições climáticas permitirem. O número estimado de pessoas que serão removidas chega a 1.405, mas o total não é exato porque muitas podem ter morrido ou deixado as suas residências espontaneamente. Quem não concordar em sair terá que fazê-lo judicialmente.
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